Depois de dominar os mares, Portugal esteve prestes a conquistar os céus quando o sacerdote Bartolomeu de Gusmão fez voar, perante D. João V, o primeiro balão da história da humanidade.

Apresentação "Passarola voadora" a D. João V
A invenção não foi encarada como importante ou útil, por ser desprovida de controle tendo sido considerada perigosa.
O lançamento da Passarola Voadora marcou, no entanto, a primeira ascensão de um objecto mais pesado que o ar.
O sacerdote-inventor figura na literatura como uma das personagens centrais do romance de José Saramago “Memorial do Convento” e o seu invento foi lembrado por António Gedeão no poema “Pedra filosofal”.